quinta-feira, 14 de novembro de 2013

5 DE MARÇO DE 2013 - PROJETO BAZAR DAS LETRAS – SESC RECEBEU A PROFESSORA E ESCRITORA EFERNANDA COUTINHO




SOBRE A AUTORA

FERNANDA COUTINHO é Doutora em Teoria da Literatura pela UFPE e Pós-Doutora em Literatura Comparada, junto à UFMG e à Université de la Sorbonne – Paris. Professora de Teoria da Literatura e Literatura Comparada na UFC. Responsável pelo projeto intitulado Infância e interculturalidade, cujo objetivo é refletir sobre a construção e desconstrução da noção de infância num movimento histórico-sócio-ideológico.

Publicou Família e sentimento: paisagens da infância em Vidas Secas; organizou o seminário “Vidas, para sempre secas” e a exposição “Caras murchas das vidas secas”, no CCBNB. Organizou ainda os livros: A vida ao rés do chão: artes de Bispo do Rosário, em colaboração com Marília Carvalho e Renata Moreira; Raquel de Queiroz: uma escrita no tempo; Clarices: uma homenagem (90 anos de lançamento de Laços de família, em parceria com a Profª Vera Moraes.

SOBRE O LIVRO

“Num livro claro, denso e preciso, Fernanda Coutinho sabe como ninguém abrir o envelope das palavras, dando-lhes vida. Mais do que um ensaio sobre literatura comparada, esse livro é uma meditação. Merece estar nas mãos de todos os que se preocupam com a infância, real ou imaginária, no Brasil.”
Mary Del Priore







30 DE JULHO DE 2013 - PROJETO BAZAR DAS LETRAS, DO SESC, RECEBEU MANUEL CASQUEIRO



30/julho/2013 – 19h

Teatro Sesc Emiliano Queiroz

SOBRE O AUTOR

MANUEL CASQUEIRO é africano por direito e cidadão anônimo do país da saudade. Nasceu em 1946 em Chão de Papel, bairro de Bissau, a capital de Guiné-Bissau. Militante da liberdade, é exilado e aposentado. É leitor de livros de História, escritor, palestrante, contador de histórias africanas e poeta quando pensa no seu tão longe. De coração, é amigo de muitos, marido afetuoso, pai extremoso e avô coruja de brasileiros. Mora em Fortaleza. Mantém a nacionalidade guineense.

SOBRE O LIVRO

“Manuel é um poeta que narra. E como todos os poetas, é de canto nenhum, é talvez de um lugar que não tenha nome, que não mora no mapa. Em Mulungu Pululu – homem branco transparente*, Manuel tece as memórias de sua busca. Como criança, em meio à procura de pertencer, numa “terra de oprimidos sem voz”, mas cuja voz ecoa e grita dentro de nós, os seus leitores, companheiros de viagem, de busca, de lugar, porque, como eu disse, não esqueça: estamos todos segurando a mão de nosso pai, entre burocracias, filiais e distrações, sorvete de limão depois de um dia confuso, como em ‘Apartheid à Portuguesa I’.

(Mariana Marques, escritora)



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

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Crônica
Uma Luz Vermelha no Bazar
Pedro Salgueiro especial para O POVO, Caderno Vida e Arte (17/8/11)

Há mais de três anos um programa de entrevistas e lançamentos de livros (idealizado pelo grupo de leitura “Abraço Literário” e executado pelo escritor Carlos Vazconcelos) vem mapeando os escritores cearenses com uma competência extraordinária. Todas as últimas terças-feiras de cada mês na Galeria do Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701) um jovem poeta, uma escritora já consagrada, um teatrólogo de valor, um estudioso da literatura, estará sendo minuciosamente entrevistado pelo competente mediador.

E são iniciativas como estas, que passam quase desapercebidas nos nossos meios de comunicação, que fazem a verdadeira história cultural de um povo.

Mais de 40 escritores passaram por lá, do grande Jorge Tufic à estreante Ana Cristina Moraes, da talentosa Inez Figueiredo à jornalista Mônica Silveira, do contista Júnior Ratts ao poeta Elias de França, dos crateuenses Luciano Bonfim e Silas Falcão aos professores Batista de Lima e Aíla Sampaio, só para ficar em alguns poucos nomes.

Mas no próximo dia 30 de agosto uma luz vermelha se acederá no Bazar*: o contista e mestrando da UFC, Carlos Vaz, vai entrevistar um dos melhores escritores brasileiros da atualidade, o poeta, romancista, estudioso de literatura e principalmente contista Nilto Maciel.

Maciel é o mais importante escritor de sua geração no Ceará, fabulosa geração que nos deu nomes importantes como Gilmar de Carvalho, Airton Monte, Carlos Emílio Corrêa Lima, Barros Pinho, Paulo Veras, Marly Vasconcelos e muitos e muitos outros grandes artistas.

Luz Vermelha que se Azula é um livro marcante, de uma inventividade singular; obra mesmo de mestre da narrativa curta. Onde cada conto fica rodopiando em nossas cabeças, como obra inacabada que procura em nós (leitores) parceiros e cúmplices para sua perfeita execução. Contos curtos que se agigantam em nossas mentes, instigando nossas imaginações a continuarem infinitamente as histórias que ele talha, esmera e lima com precisão de artista consciente de seu valioso ofício.

Conclamo a todos os amantes da literatura a, desde logo, marcarem em seus calendários, botarem lembrete em seus celulares, pregarem bilhetinhos na estante, reservando o dia 30 de agosto (uma terça, às 19h, no Teatro do Sesc da Duque Caxias) para irem saber um pouco sobre a brilhante magia desse que é um dos maiores escritores que o nosso Ceará já produziu.

O projeto Bazar das Letras do SESC, mediado pelo escritor Carlos Roberto Vazconcelos, receberá Nilto Maciel e lançará Luz Vermelha que se Azula, ganhador do Prêmio Moreira Campos de Contos da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará. Informações: (85) 3452.9032


quarta-feira, 20 de abril de 2011

PROJETO BAZAR DAS LETRAS RECEBE A PROFESSORA E ESCRITORA ANA NÉO

ANA MARIA FURTADO NÉO é professora de língua Portuguesa e Literatura e Coordenadora de Área no Colégio Santa Isabel. Ministrou aulas na área de linguística e Literatura no projeto Magister, da UFC. Trabalha em diversos núcleos da UVA e é consultora da SEDUC, além de haver participado como assessora pedagógica da Revista Pense!
Publicou:
Uma Epopeia às Avessas – Análise do livro O Feitiço da Ilha do Pavão, de João Ubaldo Ribeiro; Vermelha de Raiva: um conto sem fada; Amarela de Dúvida: um conto da era digital; O Mundo da Lua; Lengalengas: parlendas recontadas; Um Ser(tão) Patativa.
O texto de Ana Néo torna-se mais importante quando investe em duas categorias de análise: a carnavalização da nossa História, revelando deste modo a inversão dos valores estabelecidos, como crítica da realidade; e a incursão pelo gênero fantástico, onde tudo é possível no poder do imaginário, construindo, assim, uma poética da incerteza, em que se pensa o impensável, sem, entretanto, confundir realidade e sonho.
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terça-feira, 29 de março de 2011

BAZAR DAS LETRAS - MARÇO-2011

A escritora FABIANA GUIMARÃES nasceu em Eusébio-CE. Foi agraciada em alguns concursos de poesia. Publicou Mar violeta, seu primeiro livro de poemas para ‘gente grande’. Depois veio a lume Poemas de sopro e pássaro. Publicou vasta obra no gênero infantil, ou para ‘gente criança’, como ela prefere. São de sua autoria: Brincadeiras da minha infância, As meninas do mundo de lá, Seu Miguelito e sua mala encantada, O menino e o tempo, A festa da muriçoca e O senhor do tempo e outras histórias.

Fabiana Rocha é o novo endereço da poesia no Ceará. Ela não é apenas uma promessa literária que se desenha num futuro próximo ou distante. Ela é, já agora, uma das vozes mais belas e límpidas da poesia brasileira dos nossos dias. Uma voz que celebra as múltiplas dimensões da vida e do amor. Uma voz que acalma os ventos e as tempestades da conturbada hora presente. Uma voz que acena para os seus semelhantes com novas expectativas de esperança, de beleza e de paz.

Francisco Carvalho

Suas metáforas correm ao solfejo do verso. E é uma poesia liberta, cósmica, liricamente sensual. O que é curioso, uma poesia dadivosa, com achados e imagens notáveis. Há uma musicalidade nos poemas que encanta. E parecem um dar-se por inteiro aos vendavais da vida.

Caio Porfírio Carneiro

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